11/06/2019

Caminhos de Muçum recebem mais de 80 pessoas

Inauguração contou com visitantes de várias cidade do estado. Caminhantes percorreram 20 quilômetros

No último domingo, dia 9, mais de 80 pessoas participaram da inauguração dos Caminhos de Muçum, em um percurso de 20 quilômetros na área urbana e rural do município. A atividade é uma realização da Associação dos Municípios de Turismo da Região dos Vales (Amturvales), por meio do projeto Passeios da Colônia.

De acordo com o coordenador, Alício de Assunção, foi um dia muito positivo. “Destacamos a Rota dos Casarios, que são casas antigas italianas que datam de 1920, muitas estão muito bem preservadas e fazem parte do patrimônio histórico de Muçum.” Outro ponto ressaltado por ele é a possibilidade de ganho econômico por parte dos moradores ao longo do trajeto, que comercializaram produtos coloniais.

Desde domingo, Muçum integra o circuito regional de percursos que podem ser percorridos a pé e sem auxílio de guias, pois todo o trajeto está identificado com placas indicativas. “Além das belas paisagens e construções arquitetônicas, também temos a parte gastronômica”, lembra Assunção.

“Vem ao encontro daquilo que a entidade sempre esperou. Essa é a 15ª edição, que chegou a Muçum, e converge na vinda do Trem dos Vales para a região, que terá saída do município”, comenta o presidente da Amturvales, Leandro Arenhart.

Ao mesmo tempo que era inaugurado o trajeto em Muçum, um ônibus com turistas da região metropolitana visitava e percorria o percurso autoguiado em Tamanduá, no município de Marques de Souza. “Prova de que está dando muito certo”, comemorou Arenhart.

Para o próximo dia 30, está prevista a inauguração dos Caminhos de Imigrante.

Caminho autoguiado

O projeto já percorreu os municípios de Muçum, Progresso, Westfália, Marques de Souza, Itapuca, Sério, Paverama, Travesseiro, Arroio do Meio, Roca Sales, Vespasiano Corrêa, Anta Gorda, Roca Sales, Coqueiro Baixo e Guaporé, e visa proporcionar aos caminhantes percorrer trajetos sem condutores, orientando-se apenas pelas placas de sinalização; oferecer exercícios para o corpo e a mente em trajetos por caminhos rurais; elevar a autoestima das comunidades visitadas; gerar renda através da comercialização de produtos coloniais e artesanato; proporcionar momentos únicos aos turistas e vivenciar conhecimentos entre moradores e caminhantes.